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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

                                            CONE-IN-CONE
   
   Uma das estruturas sedimentares mais intrigantes que os geólogos têm encontrado são chamados de cone-em-cone. Eles são apenas como o nome sugere - formas em forma de cone feito de rocha que se aninham dentro de um copo de cone.No Brasil ela são encontradas em Minas Gerais.
   Algumas pessoas confundem estes fósseis, como eles olham um pouco semelhante ao chifre corais e outros organismos marinhos. Esses cones, no entanto, nunca foi vivo. Dito isto, o debate continua sobre a forma como estes realmente se formar! Ninguém foi capaz de encontrá-los formando em um ambiente moderno, por isso não podem ser estudados desta maneira para determinar como eles vêm a existir. Eles são normalmente feitos de pedra que é tanto calcário e contém argilas, embora tenha havido alguns constatada que são feitas de material silicioso. Os pesquisadores geralmente concordam que eles formam a partir do crescimento de fibras calcários, mas que é sobre o único consenso que é feito. 
    Em geral, o debate recai sobre se o crescimento das fibras calcários vem antes ou depois de a pedra tem uma certa rigidez. Alguns pensam que as concreções formar enquanto os sedimentos ainda são maleáveis ​​e as fibras são capazes de crescer desinibida, outros pesquisadores acreditam que as fibras de crescer após uma concreção já foi formada e as fibras fraturar a concretização nas estruturas que são preservadas. A foto à esquerda mostra a superfície de uma série de estruturas de cone em cone e os típicos conjuntos de topos dos cones circulares, de forma compacta.
                                 
                                                      PRATA
   
    O elemento químico prata, muito conhecido por ser utilizado em confecções de jóias e utensílios sofisticados, é um metal de transição externa de alto potencial redutivo, ou seja, é muito difícil de oxidar (por isso a sua grande utilização em procedimentos que não podem sofrer com a ferrugem). É sólido, apresenta coloração esbranquiçada e brilhante nas condições ambiente, e pela denominação latina de Argentum possui símbolo químico AG.A prata pura é tóxica, porém, em forma de sais, não apresenta grandes problemas à saúde.
   A prata é encontrada na natureza em formações rochosas quase sempre impura, sendo que praticamente toda sua impureza é derivada do próprio cobre e do chumbo, porém essa fração não chega a 5% da sua massa total. Para a retirada desses elementos dos compostos de prata, utilizam-se soluções ácidas de enxofre, nitrogênio (como o ácido nítrico) e ciano (ácido cianídrico); pois a prata, apesar da sua baixa preferência por reações oxirredutivas, é solúvel nessas substâncias. A partir daí, com os sais de prata decantados, basta uma eletrólise ígnea ou fundição do sal para que seja obtida a prata praticamente pura.
    As reservas mundiais de prata são estimadas em 560.000 toneladas, e destas, cerca de 2% pertencem ao Brasil, sendo assim, o 36º maior produtor de prata.      O país extrai cerca de 6 toneladas por ano, enquanto que o resto do mundo produz cerca de 2.500 toneladas durante o mesmo período de tempo.
As maiores aplicações da prata no cotidiano estão ligadas a fotossensibilidade, uma vez que compostos de prata, ao serem expostos à radiação solar, sofrem dissociação liberando os íons AG (1+ ou 2+). Exemplos muito comuns são as lentes dos óculos mono cromáticos que escurecem na presença da luz do sol, ou os papéis fotográficos (sob forma de Brometo de Prata). Além disso, há o emprego da prata em adornos (jóias: anéis, gargantilhas, pulseiras), talheres, ferramentas cirúrgicas (como alguns bisturis) e dobrões (ou moedas).
   A prata sempre foi utilizada, desde a antiguidade, pelos Romanos. Portanto, não há um cientista responsável pela sua evidência.